Crepúsculo do Jenipapo

Poesia e Parafernálias

Comentários de Thay Szuczowsky

Caixa de Recados (22 comentários)

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Às 1:21 em 5 abril 2009, Francisco "fuviu manu_negra" disse...
~~~~LAS TRAVESURAS~~~~




... El amor refrescó, los dos cuerpos de oscuridad... Eso los alimentaría durante un más día...
Otro nocturno... Negro, iluminó para la luz pequeña del hogar, el milagro del amor que allí hizo, tres cuerpos...
El uno de él...
El uno de ella...
Y el uno de las sombras del placer, el peligro mortal se haría desaparecer...
Às 20:54 em 28 março 2009, Amee Hurley disse...
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Às 0:34 em 17 julho 2008, Thay Szuczowsky disse...
Missão Cumprida

O desejo constante de alcançar os sonhos empurram
Esta mente para um lugar tranqüilo, grama rasteira, silêncio.
Sinto que este desejo é capaz de tomar atitudes passadas, que voltam
Do nada abro os olhos, é difícil conter, pranto sobre a grama escorre, enxugo-o.

No momento sentada no banco azul noite, percebo que ainda é dia
E meus atos são fatos fortes de minha’lma
Observo o céu e a árvore acima, parece filme o que via
Unhas e guarda sol escarlates, olhos arcanos -sem marca da’água-

Percebe-se tal beleza estonteante dos seres presentes
Um bem-te-vi discutia com a cigarra com o desejo de comê-la
Mas ela machucada mesmo, escapou, vôou – estaríamos nós contentes?-
Se desistisse do desejo sim, mas não, ele a contemplou e cantou!
Simpleza...
Natureza!

Tal desejo marcante impulsiona a vida de todos
Marca a meta, na certa estará vencido se forte
Humano ser vivo, tem que te sorte
Se não queima o pavio e vira morte.

Paciência gratifica depois
O suor de hoje
As lágrimas insensatas...
A oportunidade aparece
O desejo enlouquece
E se aquece
Para dar partida pro grande passo vivente.
Sorridente.
Semente cresceu!
Desejo colheu.

Passou-se o tempo, o banco azul noite virou os dias
-Mudança-
-desgaste- agora é azul noite clara
Azul celeste.
E à mim restou agradecer por tudo que havia lutado
Comparecer, presenciar o perdido
Amar não só deitado como internado!
Compreender meus sentidos...

Missão cumprida:
Agora fecho o guarda sol e observo as estrelas.

Por Thay.

(poesia feita iN memorian de "Tia Mara", o ser que mais me faz falta, mas que embora esteja distante em carne, está próxima em Alma e Coração. Te aMo.)
Às 4:19 em 9 julho 2008, Zyggie Stardust disse...
mas que excelência de biografia! Hórus...
Às 16:09 em 3 julho 2008, Demur Moreira disse...
Show show show... magnifica trilha sonora... e acho que não só seu olhar calaria um vulcão ... mais seus ideais com toda certesa, sua poesia... Salut
Às 20:17 em 2 julho 2008, Lucas Campos disse...
Salut!
Toda aproximação é bem vinda!
Comuniquemos em versos & em toques, tudo que tem cheiro, é arte! Deixe-me sentir o teu!
Adicione meu e-mail para que possamos aprofundar esta relação: lucaic@hotmail.com

O prazer em fogo!
Às 19:48 em 2 julho 2008, JP Silveira disse...
gozo
Às 18:32 em 2 julho 2008, Michel Marques de Lima disse...
comecei a ler, mas não acabei...
sempre leio vários livros ao mesmo tempo, e acaba por dar mais ênfase aos que mais me agradam
ele é bom, mas...
nunca, em relação à efemeridade da vida, é um quase um segundo; não acha?
Às 18:11 em 2 julho 2008, Michel Marques de Lima disse...
Campo Grande
Quer dizer que nunca nos veremos
Nunca conversei com alguém que nunca veria.
Cogito ergo sum = (penso logo existo)
Às 18:02 em 2 julho 2008, Michel Marques de Lima disse...
O meu se desenvolve a cada nova experiência...
ou melhor
A cada suspiro...
você é de Inhumas?
Às 17:52 em 2 julho 2008, Michel Marques de Lima disse...
humm
não sei se digo minha idade
mas te garanto que não é muito distante da sua
se quiser ver minhas composições, entra no blog da minha banda...(macacosgordos.blogspot.com)
Às 17:22 em 2 julho 2008, Michel Marques de Lima disse...
Ué thay
Escrevi esses versos pra uma música que fiz no violão, por isso parecem cantados.
Escrevo o que minha inspiração manda...
Não gosto de fazer nada em encomenda.
Você escreve bem.
Parabéns
Às 17:34 em 26 junho 2008, Demur Moreira disse...
tem orfuck ?
Às 12:11 em 21 junho 2008, Thay Szuczowsky disse...
Cale-se

Amour, Amour...
_Afasta esse cálice
(lábios molhados)

Derrame o ardor
neste crânio oco
que só sente amor
-sem água no coco-

Bebestes meu divino tinto
_Afasta esse cálice
(lábios secos)

Ele errou de veia
e se perdeu
Não esperou a ceia
álcool sem eu

_nÃo! (lábios de sertão)

Colei minha boca na sua
para ressuscitar teu sangue quente
que havia se perdido
entre meu corpo e tua mente

Que me viva em você
o sangue da psiquê
da metamorphose
de um amor vinho- sem porquê-

Já que o matou
-conhece sua vida-
e ainda o desmatou
-Fotossíntese bebida-

(lábios da Amazônia)

Pecador insano
vinho tinto -agora branco-
Amo-te tanto
mas,
Traga a óstia
Traga o cálice
e cale-se.


Por Thay.
Às 12:09 em 21 junho 2008, Thay Szuczowsky disse...

Às 22:43 em 7 junho 2008, JP Silveira disse...
Thay, se for de seu interesse você pode postar na página principal. Basta clicar tópico "postar blog" na parte final de seu profile.
Às 21:56 em 7 junho 2008, Demur Moreira disse...
escreve mooooiiitooooo
Às 21:55 em 7 junho 2008, Demur Moreira disse...
porra do caralho .... gostei dimais principalmente o da borboleta....
Às 19:56 em 7 junho 2008, MichelleM disse...
Escreve bem!
Às 21:27 em 6 junho 2008, JP Silveira disse...
T.S, Salut! Marquemos, caso seja de seu interesse, um momento via MSN para comentarmos sobre o primeiro mês do Jenipapo: você cala um vulcão.
cordialmente,
JP

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