Crepúsculo do Jenipapo

Poesia e Parafernálias

seu grito era arroubo de carnaval
chuva de junho
cheiro de poeira

e aquelo gosto de você e sua bebida barata em minha boca
não me aquentava na quarta e você era domingo à tarde


e você se tornou a escatologia necessária
e eu devoto de sua carne magra
esperava esfarrapado na equina....
chuva de junho
e meu amor cosméitico
lufada bacante
cada peça desse amor era jogo absurdo


demônios interioranos anunciavam despedida
suas pernas eram quentes, baby
você dizia: - Sinto muito, mas não temos tempo....
e tremia, eu tremia....
minha moedas tinlitavam o adeus ominoso
o gozo evanescente
sua carne desespero debaixo do jeans

Acabou....
Você se vestiu e se foi.....

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