Começa a ópera da morte/
os bailarinos estão em seus postos/
dessa não tem saída/
ninguém fará resumos/
liquido florescente escorrega pelo esgoto/
na foz lírica polifônica cavalgada em recalque/
martelo esmaga uma pétala esquerda de borboleta/
plantas antropofágicas se consomem fumaçando na varanda do meu coração/
eu fiz antologias preguiçosas para os homens sonâmbulos carregarem seus olhos/
ela escolheu colheres plásticas para comer nuvens/ Continuar
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