Poesia e Parafernálias
Started 18. Nov, 2008
Started 2. Ago, 2008
Iniciou esta discussão. Última resposta de Kaefe 10. Ago, 2008.


Postado em 18 novembro 2008 às 16:23 ‚Äî

Postado em 12 novembro 2008 às 14:08 ‚Äî

Postado em 7 novembro 2008 às 12:31 ‚Äî

Postado em 6 novembro 2008 às 13:26 ‚Äî

Postado em 23 outubro 2008 às 20:14 ‚Äî
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fuck,fuque!
um`alicioso poeta
teima
queima
lambe
lambusa
y
pula o muro
encontra o
outro
poeta
a outra poesia
fazendo sacanagens
com as palavras
que vibram
vibram
vibram
depois vira orgia
- O poliedro –
uma visão espacial
antilinear.
- O poliedro –
pergunta - resposta do anagrama contextual
- proposta de ruptura -
A questão poliédrica das palavras,
um pressuposto Foucaulthiano BANG, BANG, BANG !
calibra o subtendido de que toda linguagem é fascista,
só a pa la vra frag mentada é des pida
do poder da força prisioneira
navilouca
loucanave
navi
louca
belos’altos
relevos baixos
vida indomável
vida
morta
torta
&
falsa
sem preços
comprimidas
cólicas de meninas de esquina
- O poliedro –
uma visão espacial
antilinear.
- O poliedro –
pergunta - resposta do anagrama contextual
- proposta de ruptura-
tortutura
tontura
tortuosa
danosa
perigosa
vida
proibida
de proibir
o proibido
libidinosa
pelos altos
pelos baixos...
os de viver
pelo frio na barriga...
Aind’assim Burroughs y Hunter tinham 1 encontro marcado
Anna me’speraria na porta da livraria londrina
Ela havia tomado 5 comprimidos de antidepressivo
Temia encontrar o explosivo & mortal TUBARÃO VERMELHO
William estava vestido com seu terno TWEED
Alinhavado por sua extrema capacidade poeticoliterária
Na linha de tiro de William Burroughs
(nada preciso)
http://galerias.escritacomluz.com/manunegra/albums/manunegra/alg.sized.jpg
amo a noite co’menos medo da morte do que da solidão
não, não, eu não lamento nada
está tudo pago & varrido
dane-se o passado
mesmo que os americanos não gostem de meus peitos & da minha bunda
canto pras prostitutas y vagabundos do mundo
embarque hoje pra mim
vou servir você
também vou morrer
pra poder caminhar nessa via de rosas
bêbad’aqui nesse botequim
como um anjo absurdo com rosto imundo de carvão
risquei um traço na face de meu coração
que agora dorme com a saudade
apertado contra meu peito
sou o pardal que se prostitui na grama
o régio disfarce do verdadeiro capim
so’uma campeã do mundo sob os aplausos dos fortes
quando franc’a cantar sobre a passarada
por favor não me deixe sentir essa socaria louca
é a voz da morte que me fere a boca
pra me deixar cantar com gosto de sangue
Edith, Edith...
AR’AREFEITO’
Falar
Falaz
Falario
Falante
Falaraz
Falatório
Falastrão
galante perante à galega
não nega o prato feito sobre a cama
deixa toda virgem impura
batizada feito cachaça barata
“sem essa’ranha
minha RAINHA
me’u mel
se’u vinho tinto
macula à parede
o quadro do Rei
Roberto que quando canta
me’u pau levanta & chora’
saudades nossas”
nesses tempos de trampos
em que vagueamos aos beijos
com as portas abertas
ao escancaro
encaramos
o vento &
a polícia
antes que o dia se acabe em PIZZA.
( o demônio, PIERROT das 11 horas,
veste preto & morde as carótidas solitárias.
de quando em vez, escatológico,
margeia & esperneia nas coxas’eu esperma:
-“Pra que deus garanta o pecado,
que se origina na desordem,
& pronto, o farto amor se inicie “.)
você voa, isso basta pra’mim.
(ao vivo)
COMENTEM AQUI “sem distinção de tipos de flog” (Quantas linhas quiserem.)
NÃO SE ACANHEM / LIVRE ACESSO DE OPINIÕES... http://www.quicktopic.com/23/H/arpGw26iy8k
(todas as imagens postadas são minhas fotografias)
http://www.flickr.com/photos/manu_negra/2514021630/
http://www.flickr.com/photos/manunegra/